“Show me how you do it”

Just Like Heaven
The Cure

Show me, show me, show me
How you do that trick
“The one that makes me scream,” she said
“The one that makes me laugh,” she said
And threw her arms around my neck
Show me how you do it
And I promise you, I promise that
I’ll run away with you
I’ll run away with you

Spinning on that dizzy edge
I kissed her face, I kissed her head
And dreamed of all the different ways
I had to make her glow
“Why are you so far away,” she said
“Why won’t you ever know that I’m in love with you,
That I’m in love with you?”

You… soft and only
You… lost and lonely
You… strange as angels
Dancing in the deepest oceans
Twisting in the water, you’re just like a dream
Just like I have a dream

Daylight whipped me into shape
I must have been asleep for days
And moving lips to breathe her name
I open up my eyes
I find myself alone, alone, alone
Above a raging sea
That stole the only girl I loved
And drowned her deep inside of me.

You… soft and only
You… lost and lonely
You… just like heaven

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“Os três porquinhos”

Os três porquinhos. (Contado por um engenheiro)

Meu Filho, era uma vez três porquinhos ( P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia os atormentando.

 

P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica e já era formado em Engenharia Civil.

 

P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos.

 

P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.

 

LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ª casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde n é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.

 

Mas nesse promissor perímetro, P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos.

 

Já P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado.

 

Enquanto P3 planejou no Autocad e montou, ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo “o máximo“.

 

Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:

 

— Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um ormando em Comunicação e Expressão Visual!

 

Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.

 

Mas quando chegou lá, encontrou LM à porta, batendo com força e gritando:

 

— Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento.

 

Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão insandecida de eco-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem.

 

Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.

 

P1: — O que houve?

 

P2: — LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.

 

P3: — Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!

 

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (— isto é somente uma simulação de batidas à porta, meu filho! o som correto não é esse.)

 

LM: — P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você, e, se for preciso, até aquele tal de Confea!

 

Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e a… do… comunicador e expressivo visual?), LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 eram ecologicamente corretos.

 

Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional porém super-comum nos contos de fada: Ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir.

 

Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou — com uma força de 33300 N (Newtons) — LM para cima.

 

Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.

 

Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o Papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8m/s2 e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:

 

1. o deslocamento no eixo “x”, tomando como referencial a chaminé;
2. a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e;
3. o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0 (repouso) ao 9 (ataque histérico).

Coisas do B.B. – Banco do Brasil

Há muito tempo, quando o Banco do Brasil era considerado o maior banco rural do mundo, mantinha em sua Carteira Agrícola um quadro de avaliadores (também conhecidos por “fiscais”) que eram pessoas com conhecimentos na área, contratadas para verificar “in loco” se os pedidos de financiamento estavam em ordem, etc, etc.

 

Ocorre que nem sempre eram pessoas com bom nível de escolaridade. O que valia era o conhecimento prático. Daí nos relatórios constarem algumas “batatadas” que alguns gaiatos, como não poderia deixar de ser, anotaram para gáudio de todos nós:

 

– “O sol castigou o mandiocal. Se não fosse esse gigante astro, as safras seriam de acordo com as chuvas que não vieram”.

 

– “Mutuário triste e solitário pelo abandono da mulher não pode produzir”.

 

– “Acho bom o Banco suspender o negócio do cliente para não ter aborrecimentos futuros”.

 

– “Vistoria perigosa. As chuvas pluviais da região inundaram o percurso, que foi todo feito a muito custo”.

 

– “Mutuário faleceu. Viúva continua com o negócio aberto”.

 

– “O contrato permanece na mesma, isto é, faltando fazer as cercas que ainda não ficaram prontas”.

 

– “Foi a vistoria feita a lombo de burro com quase 8 km”.

 

– “A máquina elétrica financiada era toda manual e velha”.

 

– “Financiado executou trabalho braçalmente e animalmente”.

 

– “O curral todo feito a capricho, bem parecendo um salão de baile a fantasia”.

 

– “Visitamos o açude nos fundos da fazenda e depois de longos e demorados estudos constatamos que o mesmo estava vazio”.

 

– “Os anexos seguem em separado”.

 

– “A lavoura nada produziu. Mutuário fugiu montado na garantia subsidiária”.

 

– “Era uma ribanceira tão ribanceada que se estivesse chovendo e eu andasse a cavalo e o cavalo escorregasse, adeus fiscal!”.

 

– “Tendo em vista que o mutuário adquiriu aparelhagem para inseminação artificial e que um dos touros holandeses morreu, sugerimos que se fizesse o treinamento de uma pessoa para tal função”.

 

– “Assunto: Cobra. Comunico que faltei ao expediente do dia 14 em virtude de ter sido mordido pela epigrafada”.

(Fonte: anotações diversas de vários funcionários)

“Fly Me To The Moon”

Fly Me To The Moon

Fly me to the moon
Let me play amoung the stars
Let me see what spring is like
On jupiter and mars

In other words, hold my hand
In other words, baby kiss me

Fill my heart with song and
Let me sing for ever more
You are all I long for
All I worship and adore

In other words, please be true
In other words, I love you

Fill my heart with song and
Let me sing for ever more
You are all I long for
All I worship and adore

In other words, please be true
In other words
In other wordsss, I love you