how do i love thee?…

contribuindo para o clima da mais terna e quieta solidão em DEDIL (Dulce Est Desipere In Loco), apresento o 43° soneto de elizabeth barret browning (1806-1861) no livro sonnets from the portuguese. o livro é um conjunto de 44 sonetos que foram escritos por elizabeth para o futuro marido robert browning e, por insistência dele, foi publicado mais tarde. por considerar que os sonetos eram muito pessoais, elizabeth deu-lhes um título que sugere uma tradução do português. na verdade, o título foi escolhido como uma espécie de jogo de palavras, pois, na intimidade do casal, robert a chamava de my little portuguese. fiquemos com elizabeth

sonnet XLIII
how do i love thee? let me count the ways.
i love thee to the depth and breadth and height
my soul can reach, when feeling out of sight
for the ends of Being and ideal Grace.
i love thee to the level of everyday’s
most quiet need, by sun and candlelight.
i love thee freely, as men strive for Right;
i love thee purely, as they turn from Praise.
i love thee with the passion put to use
in my old griefs, and with my childhood’s faith.
i love thee with a love i seemed to lose
with my lost saints,–i love thee with the breath,
smiles, tears, of all my life!–and, if God choose,
i shall but love thee better after death.

(Elizabeth Barret Browning)

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